161.
Uma conscin praticante do divorcismo irresponsável e inve-
terado (Nota: zero absoluto neste Item).
162.
Qual a sua conduta perante o imobilismo/dinamismoevolu-
tivo, com ou sem divórcios amigáveis ou litigiosos?
163.
Quais as suas relações afetivas puras em confronto com
a constância monogâmica evoluída (dupla evolutiva) e a inconstância
poligâmica imatura (divórcios, desquites, separações)?
164.
Quais as suas iniciativas meritórias para as próprias reconci-
liações produtivas e os reajustes conjugais obtidos?
165.
Quais as reações de sua personalidade humana a divórcios
e egoísmos em relação à monogamia e à poligamia?
166.
O que predomina em seus desempenhos nas experiências com
parceiro ou parceira: a civilidade, a grossura, a renúncia, a generosi-
dade, o egoísmo, a inflexibilidade ou o orgulho?
167.
Qual a sua organização pessoal, enquanto casado ou casada,
e a categoria das suas separações matrimoniais?
168.
Como enfrenta os megadesafios do autodespertamento, do
convívio a dois, das escovas de dentes nomesmo copo e das explosões
dos parceiros?
169.
Qual a sua escolha perante o Zeitgeist ou a contemporanei-
dade e as influências paraculturais na vida intrafísica?
170.
Qual a sua análise quanto ao saldo dos seus traumas dacon-
viviologia, as feridas abertas ou fechadas e as cicatrizes emocionais
antigas? Você ainda sofre de individualismo rasteiro?
171.
Qual o peso da desarmonia dos seus pais, ou das pressões sobre os filhos deles, incluindo você, e os reflexos em sua vida?
172.
De que natureza cosmoética foram os seus divórcios: os evitáveis, os inescapáveis, os amigáveis e os litigiosos?
173.
Você passou pela autovivência de separação crítica ou
desunião tumultuada e seus efeitos evolutivos? Que restou disso?
174.
Quais têm sido as suas co-participações em discussões conju-
gais, naturais, corriqueiras ou desestabilizadoras?
175.
Você já viveu casamentos experimentaisde aprendizagem,
seriais ou plurais? Que efeitos produziram?
176.
Em uma escala de 1 a 5, qual o nível do seu discernimento
avançado, ou atrasado, da conviviologia grupocármica na vida intra-
física? Que proveitos evolutivos você vem obtendo com as suas liga-
ções cosmoéticas? Você se julga uma conscin útil?
177.
Quais os reflexos das desavenças experimentadas por você,
e qual a influência desses fatos na evolução consciencial média do seu
grupocarma?
178.
Em sua condição de Homo fraternus, como se sai você
perante o consenso universal e o divorcismo paroquial-cultural?
179.
Como se posiciona na condição de conscin ante as pers-
pectivas sombrias da instituição social do casamento e a opção evo-
luída pela constituição da dupla evolutiva?
180.
Uma conscin que vive uma ligação cosmoética construtiva
sem divórcio (Nota: vinte neste Item).
Itens: 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10
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